Menino com tipo de máquina

Dramaturgia

Olá! Bem-vinda, bem-vindo a este site.

 

Aqui você encontrará textos de teatro para atrizes e atores profissionais, para encenações de estudantes, bem como artigos  de teoria e crítica teatral.

 Você pode baixar os textos em versão on-line através dos links das plataformas de e-books, ou encomendar as versões impressas por correio na livraria de sua preferência.  

Boa leitura!

 

LANÇAMENTOs

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A declaração de amor do menino negro

Caco é filho de pastor; Flávio, filho de militar. Eles tentam manter seu amor em segredo, assim como muito de tudo que pensam, que querem e sonham. As expectativas dos pais de que os filhos sigam seus modos de vida, suas crenças, suas ilusões de masculinidade são asfixiantes.

 

Silas, o pastor, imagina que o filho um dia assumirá seu lugar no púlpito de sua pequena congregação; Jair, o militar, abandonado pela esposa e expulso da corporação, tenta educar o filho com valores da caserna.

 

Nos becos, nas sombras, em meio ao silêncio e ao perigo, Caco e Flávio descobrem o amor, a cumplicidade, fazem planos. Silas, gritando versículos bíblicos como num comício, defende-se de acusações de homofobia perante jornalistas. Jair, que atirara num menino negro pelas costas, afoga suas contrariedades na bebida em delírios de legítima defesa. Haverá esperança para o amor?

 

A declaração de amor do menino negro é um texto teatral para quatro atores, e aborda algumas das questões mais urgentes e sintomáticas do cotidiano de violência estatal e preconceito religioso que fazem do Brasil um dos países que mais mata jovens negros, homossexuais e pobres do mundo.

 

Uma visão sensível e pungente das violências que permeiam o tecido social brasileiro com a ascensão do fascismo e da desinformação de massa. Uma reflexão necessária e urgente num dos períodos mais controversos da história brasileira contemporânea. 

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monólogos

Muito Menos que um Frango

 

A rotina e o trabalho geralmente pesam quando se quer  firmar laços, ou mesmo estabelecer relações. No caso da personagem, que faz seu relato do matadouro, onde sua  rotina é tirar a vida de milhares de galinhas por semana, fazer uma declaração de amor com uma faca embebida em sangue é algo ainda mais difícil.

 

Uma metáfora bem humorada sobre as relações amorosas e as expectativas que se criam quando uma mulher espera que a imagem que tenham dela seja  melhor do que a imagem que possui de si mesma.

Monólogo teatral feminino integrante da coletânea Pequenos Monólogos para Mulheres, disponível nas seguintes lojas:

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Suíte nº 2

​Monólogo Teatral Feminino

 

Uma mulher e sua paixão avassaladora pela música. Um casamento desfeito, um corpo que já não é mais o mesmo e uma vontade enorme de não sentir mais nada. Nada exceto a música. 

Monólogo teatral feminino integrante da coletânea Pequenos Monólogos para Mulheres, disponível nas seguintes lojas:

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A Mulher das Flores

 

Assassinato, ocultação de cadáver e jardinagem. Um comédia dramática sobre desejo, obsessão e adubos estranhos.  

Uma história de amor à flor da pele, expectativas frustradas e sementes desperdiçadas. 

Tudo adubado com humor negro, sensualidade doentia e muita neuroses homicidas.
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Cuidado para não se apaixonar

 

Entender os motivos pelos quais se ama ou se deixa de amar é sempre um mistério. Como aceitar que nosso amor pode não ser correspondido na mesma medida em que amamos? E o que fazer quando, repentinamente, de uma hora para outra, descobrimos nosso afeto desperdiçado? Um texto para ser dito olhando nos olhos de quem nos nega amor. A proposta de encenação é uma atriz e apenas uma espectadora. 

 

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Monólogo teatral feminino integrante da coletânea Pequenos Monólogos para Mulheres, disponível nas seguintes lojas:

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O Contador do Tempo​

Monólogo teatral de rua

 

Um homem sozinho na multidão. Um mochila suspeita. O tempo que esvai e a possibilidade de algo terrível acontecer a qualquer momento. Suspense e ação sobre um passado misterioso e um futuro que talvez não aconteça. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto teatral integrante da coletânea Seis textos breves para estudantes de teatro, disponível nas seguintes lojas:

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duos

Tarimba

 

Tarimba! é uma comédia dramática para duas atrizes, onde o tema do ressentimento é exacerbado até o limite da violência. No enredo, a Patroa, em franca decadência física e emocional, espera ir  ao lançamento do livro de um antigo amante. Odete, a humilde e semi-analfabeta faxineira, no afã de tentar auxiliar a mulher nos preparativos para o evento, se vê coagida e insultada pela Patroa, que incapaz de aceitar a degeneração da idade e os erros do passado, vive toda plenitude de seu ressentimento. 

 

O embate desigual entre essas mulheres, a discrepância intelectual e emotiva do conflito entre as duas, ocasiona situações dramaticamente cômicas.  O assédio desmesurado e escancarado sofrido pela empregada, constrasta com sua terna compreensão dos sofrimentos da Patroa. Mas essa compreensão e passividade não serão eternas. 

 

A relação doentia com o passado é o mote para os solilóquios comicamente amargurados da Patroa. Em seu quarto, ela tenta encontrar algo que a estimule a reerguer-se, a encarar seu antigo amante com dignidade e confiança, sem, contudo, demonstrar o longevo e violento rancor guardado desde o dia em que se separaram. 

 

A ambientação sugerida, com nuances expressionistas, indica uma montanha de cacos de vidro de porta-retratos estilhaçados no fundo do quarto, remetendo de maneira sugestiva aos conflitos internos da Patroa, com suas lembranças amontoadas em fragmentos de pequenos ódios, ressentimentos e uma mal disfarçada amargura com as escolhas feitas na vida, escolhas que a fizeram emocionalmente em pedaços

Legítima Defesa

Em uma cela de solitária a carcereira tenta justificar o assassinato que pretende cometer alegando legítima defesa.​O que é a justiça e para quem ela existe? Qual a medida que separa o punir e o torturar? Essas e outras questões estão presentes em Legítima Defesa, que reflete sobre até que ponto o fato de se considerar bom dá o direito de ser cruel.  

outras formações

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ASFIXIA

Asfixia é um texto teatral escrito para cinco atores. A partir de um mote bastante simples, o desabamento de uma mina, os conflitos se desenrolam de modo abruto, repletos de surpresas violentas e reviravoltas. A ação se passa em um único ambiente, que se modifica de acordo com as oscilações geológicas que permeiam a trama. Os embates morais, mais do que os físicos, permeiam o enredo em direções inesperadas, remetendo à temáticas contundentes, tensionando o texto a partir de perspectivas éticas de grande atualidade. A publicação conta com prefácio de Eliane Lisboa, professora e dramaturga, e também com posfácio do autor. 

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O Ascensorista​​

Comédia em uma ato para onze atores.

 

Um panorama cômico das convenções sociais em um elevador. 

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Encenado pela primeira vez em 1999 no XIII Jogos de Teatro de Blumenau/SC, com direção de Luciano Mafra. Após essa encenação o texto teve dezenas de montagens realizadas grupos profissionais, amadores e escolas de teatro.​

 

 

 

 

Texto teatral integrante da coletânea Seis textos breves para estudantes de teatro, disponível nas seguintes lojas:

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O Autor Esquartejado

Comédia para quatro atores e participação do público

 

​​Diretor, ator e autor se dilaceram pela hegemonia da encenação. Uma comédia burlesca sobre os modos contemporâneos de construção de espetáculos. 

 

Encenado pela primeira vez por Sílvio da Luz, indicado a melhor texto da edição dos jogos de Teatro de Blumenau/SC de 2009. Publicado originalmente na coletânea Livreto Espetacular, Édio Ranieri (org.). Blumenau, Liquidificador Produtos Culturais, 2011. 

Texto teatral integrante da coletânea Seis textos breves para estudantes de teatro, disponível nas seguintes lojas:

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