Menino com tipo de máquina

Dramaturgia

Olá! Bem-vinda, bem-vindo a este site.

 

Aqui você encontrará textos de teatro para atrizes e atores profissionais, para encenações de estudantes, bem como artigos  de teoria e crítica teatral.

 Você pode baixar os textos em versão on-line através dos links das plataformas de e-books, ou encomendar as versões impressas por correio na livraria de sua preferência.  

Boa leitura!

 

LANÇAMENTOs

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A declaração de amor do menino negro

Caco é filho de pastor; Flávio, filho de militar. Eles tentam manter seu amor em segredo, assim como muito de tudo que pensam, que querem e sonham. As expectativas dos pais de que os filhos sigam seus modos de vida, suas crenças, suas ilusões de masculinidade são asfixiantes.

 

Silas, o pastor, imagina que o filho um dia assumirá seu lugar no púlpito de sua pequena congregação; Jair, o militar, abandonado pela esposa e expulso da corporação, tenta educar o filho com valores da caserna.

 

Nos becos, nas sombras, em meio ao silêncio e ao perigo, Caco e Flávio descobrem o amor, a cumplicidade, fazem planos. Silas, gritando versículos bíblicos como num comício, defende-se de acusações de homofobia perante jornalistas. Jair, que atirara num menino negro pelas costas, afoga suas contrariedades na bebida em delírios de legítima defesa. Haverá esperança para o amor?

 

A declaração de amor do menino negro é um texto teatral para quatro atores, e aborda algumas das questões mais urgentes e sintomáticas do cotidiano de violência estatal e preconceito religioso que fazem do Brasil um dos países que mais mata jovens negros, homossexuais e pobres do mundo.

 

Uma visão sensível e pungente das violências que permeiam o tecido social brasileiro com a ascensão do fascismo e da desinformação de massa. Um reflexão necessária e urgente num dos períodos mais controversos da história brasileira contemporânea. 

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O Ator Impuro 
quatro ensaios breves sobre teatro

O que quer o público de teatro? Até que ponto o teatro é uma ameaça ao fascismo e à intolerância?  O que é um bom ator? São algumas das questões abordadas nos quatro ensaios que compõe O Ator Impuro, do dramaturgo e pesquisador Afonso Nilson de Souza. 

 

Neste livro, o autor reflete sobre algumas das questões mais urgentes para as artes cênicas no país, como a ascensão da censura, capacidade e possibilidades de difusão das artes em cidades periféricas, novas configurações e interesses das platéias contemporâneas, bem como uma reflexão sobre   criatividade e limitações na formação de atrizes e atores. 

 

O ensaio que dá nome à coletânea, O ator impuro, foi o vencedor, em 2015, do Prêmio Iberoamericano de Ensaios sobre Teatro, promovido pelo CELCIT - Centro Latinoamericano de Creación e Investigación Teatral, uma das mais importantes instituições internacionais de formação e difusão das artes cênicas na América Latina. 


A edição conta também com o prefácio da crítica e pesquisadora teatral Beth Néspoli, que salienta que a “escrita fluente e um autor que não se exime de confrontar, com honestidade intelectual, as questões de seu tempo” constituem algumas das razões para a repercussão dos textos.

Lançamento Virtual

O lançamento virtual aconteceu na página do youtube da Humana Sebo e Livraria, no dia 04/11/2020. A mediação foi do historiador e curador de artes Fernando Boppré, juntamente com  Inajá Neckel, professora de artes cênicas da Universida de Federal de Santa Maria. 

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coletâneas

Seis Textos Breves para Estudantes de Teatro

Seis textos breves para estudantes de teatro  é uma coletânea de peças teatrais escrita para grupos de alunos e professores de artes cênicas. São ideais para exercícios de cena, provas das disciplinas de encenação e direção, bem como para montagens de fim de ano ou curriculares de cursos de teatro. Escritos entre 1999 e 2005, os textos mantém um viés cômico, utilizando recursos como a ironia e o nonsense. Como os textos foram escritos para grupos específicos, as formações variam entre monólogo, duos, trios e para elencos com mais de dez atores. Os textos vêm sendo encenados ao longo dos anos por alunos universitários de artes cênicas, escolas livres de teatro, grupos amadores, bem como em eventos como festivais e mostras de cenas curtas. 

Livro disponível também na versão digital

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pequenos monólogos para mulheres

"Além de ótima dramaturgia, os textos são um belo exercício para atrizes, iniciantes ou veteranas, que apostam na força da palavra bem escrita. Com poucas rubricas, os monólogos colocam o foco no ator - é ele, ou melhor, ela quem está no centro da ação. O tom eventualmente sórdido e transgressor com que as palavras de Afonso ganham vida delicia o leitor e propicia uma viagem imaginária pela cena onde o humor atua como revelador de possíveis, e improváveis, humanidades".

Marisa Naspolini

Atriz e pesquisadora teatral

A coletânea Pequenos Monólogos para Mulheres

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"Afonso Nilson apresenta seis monólogos curtos em que o protagonismo feminino é um grito lancinante. (...)  tudo neste livro converge para o mínimo, como manda a cartilha da boa  dramaturgia".

                     Carlos Henrique Schoroeder, escritor.

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"O livro tem seis cenas teatrais curtas sobre o universo feminino a partir de personagens cômicas, violentas e amorosas. Nos textos vêm à tona temas como a a compulsão afetiva, o desejo tardio pela maternidade, a violência sexual e relacionamentos doentios".

                                             Carol Macário,  jornalista

                     

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monólogos

Muito Menos que um Frango

 

A rotina e o trabalho geralmente pesam quando se quer  firmar laços, ou mesmo estabelecer relações. No caso da personagem, que faz seu relato do matadouro, onde sua  rotina é tirar a vida de milhares de galinhas por semana, fazer uma declaração de amor com uma faca embebida em sangue é algo ainda mais difícil.

 

Uma metáfora bem humorada sobre as relações amorosas e as expectativas que se criam quando uma mulher espera que a imagem que tenham dela seja  melhor do que a imagem que possui de si mesma.

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Suíte nº 2

​Monólogo Teatral Feminino

 

Uma mulher e sua paixão avassaladora pela música. Um casamento desfeito, um corpo que já não é mais o mesmo e uma vontade enorme de não sentir mais nada. Nada exceto a música. 

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A Mulher das Flores

 

Assassinato, ocultação de cadáver e jardinagem. Um comédia dramática sobre desejo, obsessão e adubos estranhos.  

Uma história de amor à flor da pele, expectativas frustradas e sementes desperdiçadas. 

Tudo adubado com humor negro, sensualidade doentia e muita neuroses homicidas.
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Cuidado para não se apaixonar

 

Entender os motivos pelos quais se ama ou se deixa de amar é sempre um mistério. Como aceitar que nosso amor pode não ser correspondido na mesma medida em que amamos? E o que fazer quando, repentinamente, de uma hora para outra, descobrimos nosso afeto desperdiçado? Um texto para ser dito olhando nos olhos de quem nos nega amor. A proposta de encenação é uma atriz e apenas uma espectadora. 

 

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Monólogo teatral feminino integrante da coletânea Pequenos Monólogos para Mulheres, disponível nas seguintes lojas:

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O Contador do Tempo​

Monólogo teatral de rua

 

Um homem sozinho na multidão. Um mochila suspeita. O tempo que esvai e a possibilidade de algo terrível acontecer a qualquer momento. Suspense e ação sobre um passado misterioso e um futuro que talvez não aconteça. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto teatral integrante da coletânea Seis textos breves para estudantes de teatro, disponível nas seguintes lojas:

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duos

Tarimba

 

Tarimba! é uma comédia dramática para duas atrizes, onde o tema do ressentimento é exacerbado até o limite da violência. No enredo, a Patroa, em franca decadência física e emocional, espera ir  ao lançamento do livro de um antigo amante. Odete, a humilde e semi-analfabeta faxineira, no afã de tentar auxiliar a mulher nos preparativos para o evento, se vê coagida e insultada pela Patroa, que incapaz de aceitar a degeneração da idade e os erros do passado, vive toda plenitude de seu ressentimento. 

 

O embate desigual entre essas mulheres, a discrepância intelectual e emotiva do conflito entre as duas, ocasiona situações dramaticamente cômicas.  O assédio desmesurado e escancarado sofrido pela empregada, constrasta com sua terna compreensão dos sofrimentos da Patroa. Mas essa compreensão e passividade não serão eternas. 

 

A relação doentia com o passado é o mote para os solilóquios comicamente amargurados da Patroa. Em seu quarto, ela tenta encontrar algo que a estimule a reerguer-se, a encarar seu antigo amante com dignidade e confiança, sem, contudo, demonstrar o longevo e violento rancor guardado desde o dia em que se separaram. 

 

A ambientação sugerida, com nuances expressionistas, indica uma montanha de cacos de vidro de porta-retratos estilhaçados no fundo do quarto, remetendo de maneira sugestiva aos conflitos internos da Patroa, com suas lembranças amontoadas em fragmentos de pequenos ódios, ressentimentos e uma mal disfarçada amargura com as escolhas feitas na vida, escolhas que a fizeram emocionalmente em pedaços

Legítima Defesa

Em uma cela de solitária a carcereira tenta justificar o assassinato que pretende cometer alegando legítima defesa.​O que é a justiça e para quem ela existe? Qual a medida que separa o punir e o torturar? Essas e outras questões estão presentes em Legítima Defesa, que reflete sobre até que ponto o fato de se considerar bom dá o direito de ser cruel.  

outras formações

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ASFIXIA

Asfixia é um texto teatral escrito para cinco atores. A partir de um mote bastante simples, o desabamento de uma mina, os conflitos se desenrolam de modo abruto, repletos de surpresas violentas e reviravoltas. A ação se passa em um único ambiente, que se modifica de acordo com as oscilações geológicas que permeiam a trama. Os embates morais, mais do que os físicos, permeiam o enredo em direções inesperadas, remetendo à temáticas contundentes, tensionando o texto a partir de perspectivas éticas de grande atualidade. A publicação conta com prefácio de Eliane Lisboa, professora e dramaturga, e também com posfácio do autor. 

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O Ascensorista​​

Comédia em uma ato para onze atores.

 

Um panorama cômico das convenções sociais em um elevador. 

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Encenado pela primeira vez em 1999 no XIII Jogos de Teatro de Blumenau/SC, com direção de Luciano Mafra. Após essa encenação o texto teve dezenas de montagens realizadas grupos profissionais, amadores e escolas de teatro.​

 

 

 

 

Texto teatral integrante da coletânea Seis textos breves para estudantes de teatro, disponível nas seguintes lojas:

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O Autor Esquartejado

Comédia para quatro atores e participação do público

 

​​Diretor, ator e autor se dilaceram pela hegemonia da encenação. Uma comédia burlesca sobre os modos contemporâneos de construção de espetáculos. 

 

Encenado pela primeira vez por Sílvio da Luz, indicado a melhor texto da edição dos jogos de Teatro de Blumenau/SC de 2009. Publicado originalmente na coletânea Livreto Espetacular, Édio Ranieri (org.). Blumenau, Liquidificador Produtos Culturais, 2011. 

Texto teatral integrante da coletânea Seis textos breves para estudantes de teatro, disponível nas seguintes lojas:

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