Painéis do Festival Palco Giratório em Floripa


A seguir, a programação completa dos Painéis e Pensamento Giratório no Festival Palco Giratório 2018 em Florianópolis.





02/08 – Quinta - 14h


Pensamento Giratório: Memória, Arte, Permanência - 15 anos de Festival Palco Giratório em Santa Catarina


Local: Auditório do Bloco Amarelo do Centro de Artes/Udesc


Convidados: Denise Bendiner (Artista e produtora), Marcos Henrique Rego (Diretor de Cultura do Departamento Nacional do Sesc), Maria Teresa Piccoli (Gerente de Cultura do Sesc-SC), Camila Ascherman e Rhaisa Muniz (Técnicas de Cultura do Sesc Prainha).


Sinopse: O Festival Palco Giratório comemora 15 anos de atividades em Florianópolis-SC,

trazendo ações formativas e espetáculos de teatro, circo e dança de todas as regiões do país. A mesa de conversa busca rememorar esse tempo de permanência estética e política, ao refletir sobre os desafios de programação, gestão e produção deste projeto. Estarão presentes artistas e gestores que fazem parte da construção do Palco Giratório nas esferas nacional, estadual e local.





03/08 – Sexta – 14h


Pensamento Giratório da Cia Teatral Turma do Biribinha (de Alagoas): Desafios e aventuras da tradição do circo-teatro de lona no Brasi


Local: Sala Laboratório 1 - Departamento de Artes Cênicas do Centro de Artes/Udesc


Convidados: Pepe Nunez (SC) e mediação da Profa. Daiane Dordete (Udesc)

Sinopse: O Pensamento Giratório traz o homenageado deste ano, Téofanes Silveira - o

“Palhaço Biriba de Alagoas” como é conhecido, para fazer uma viagem pelos desafios e

aventuras do circo-teatro de lona de Brasil e seus mestres. Uma oportunidade única para

conhecer mais esta tradição milenar e o cotidiano do artista que vive da lona. Pepe

compartilha um pouco dos desafios de manter esse costume em Santa Catarina.

*Será distribuído o livro “O baú do Biriba”, de Glaucia Grigolo e Renato Turnes, com

dramaturgias do Teatro do Biriba de Santa Catarina.


Pepe Nuñez

Pepe Nuñez é um acontecimento no universo da cena cômica pela experiência que o artista adquiriu ao longo de sua carreira. Reconhecido internacionalmente, já dirigiu vários espetáculos de sucesso como “De Malas Prontas”, da Companhia Pé de Vento Teatro de Florianópolis, onde mora desde 2000. E, “Roda Saia, Gira Vida”, de 1994, do grupo carioca Teatro do Anônimo. Em 1998, montou o seu próprio espetáculo “Bom Apetite”, em que se apresenta até hoje com muito sucesso. Natural de Espanha, Pepe Nuñez iniciou a carreira em 1985 e a partir de 1992 passou a pesquisar a linguagem "clown", passando pela Argentina, Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e Canadá. Participou da Comissão

de Seleção do edital Prêmio ProCultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro de 2010 e do Prêmio Funarte Artes na Rua (Circo, Dança e Teatro) 2010.



Daiane Dordete Steckert Jacobs

Professora do Departamento de Artes Cênicas da Udesc na área de voz/interpretação. Professora do Programa de Pós-graduação em Teatro da UDESC. Doutora e Mestre em Teatro pela UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina. Bacharela em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pela FAP - Faculdade de Artes do Paraná. É atriz, diretora, dramaturga, contadora de histórias e poeta. Pesquisa nas áreas de voz, atuação, performance, teatro performativo, teatro narrativo e gênero. Diretora de Extensão, Cultura e Comunidade do Centro de Artes da UDESC.




08/08 – Quarta – 14h


Pensamento Giratório da Trapiá Cia Teatral (Caicó/RN): Escuta Aberta e Construção Colaborativa da Cena


Local: Espaço 2 - Departamento de Artes Cênicas do Centro de Artes/Udesc


Convidados Gregory Haertel (Blumenau/SC) e Grupo Egrégora Feminista (Udesc), mediação prof. Rafael Ary (Ufsc)


Sinopse: Em seu Pensamento Giratório, a Cia Trapiá (Caicó-RN), que circula pelo projeto com o espetáculo P´S, e o seu autor catarinense Gregory Haertel (Blumenau-SC), compartilham sobre as práticas criadas em conjunto com toda equipe para a construção espetacular da cena através do que o grupo chama de “escuta aberta”, provocando uma abertura da dramaturgia e uma troca entre autores e toda equipe. Neste caminho, o Grupo Egrégora Feminista (Florianópolis-SC) reflete ainda sobre as potencialidades estéticas e políticas deste gesto ao abrir espaço para outros sujeitos dessa narrativa, como as mulheres, foco central de sua pesquisa.




Rafael Ary

Dramaturgo, professor do Departamento de Artes da UFSC e doutor em Artes da Cena pela UNICAMP.
















Trapiá Cia Teatral

A Cia. foi formada em 2014 em Caicó/RN com a proposta de descobrir obras teatralizáveis e convidar um dramaturgo para fazer a transposição do texto literário ou científico para a linguagem cênica. Ou

seja, todas as montagens serão inéditas. É formada por artistas de teatro, artes visuais e música, que decidiram se juntar para desenvolver novas pesquisas no campo da teatralidade, desde o processo formativo teórico até os processos de montagem de espetáculos, partindo, como já citado, de textos adaptados e/ou inspirados em obras literárias e/ou científicas. O primeiro espetáculo da Trapiá foi "P's" de Gregory Haertel, que já participou de nove festivais de teatro no Brasil, além de estar na programação do Palco Giratório 2018. No final de 2018 a Trapiá estreará seu novo espetáculo "Chico Jararaca" com texto de Francisco Félix.



Maria Brígida de Miranda

Graduada em Licenciatura em Educação Artística pela Universidade de Brasília (1993), Mestre (Master of Arts) pela University of Exeter (1995) e Doctor of Philosophy na área de teoria e prática teatral pela La Trobe University (2004). Professora Adjunta da Universidade do Estado de Santa Catarina nas áreas de interpretação e direção teatral. Professora do Programa de Pós-Graduação em Teatro desde 2008, pesquisa e orienta dissertações e teses nas áreas de prática teatral, arte e gênero, teatro feminista, sistemas de treinamento de atores/atrizes,

práticas marciais e meditativas para atores/atrizes. Autora do livro Playful Training: Towards Capoeira in the Physical

Training of Actors (2010) publicado internacionalmente pela Lambert Academic Publisher em 2010. Diretora teatral com destaque para Vinegar Tom (2007); Retrato de

Augustine (2010); Histórias do Corpo (Austrália 2012); Urano quer Mudar (2013); Guerreiras Donzelas (2018); Maria, A Madalena (2018). Preparadora de elenco nos seguintes curta metragens Malabares (2009); Do que te lembras Maria? (2017).



Gregory Haertel

Como dramaturgo, a trajetória de Gregory Haertel teve início em 2005 com o espetáculo “A Parte Doente”, levado

aos palcos pela Cia Carona de Teatro (Blumenau- SC). Desde então, teve mais de uma dezena de peças encenadas em

diversas cidades brasileiras e parcerias com grupos como a já citada Cia Carona de Teatro (“Das Águas”, “Volúpia”), Cia

Experimentus (“Emoções Baratas ou Eu Te Amo Glória Pires”), Trapiá Cia Teatral (“P’s”), Cia Mútua (“Exílio(s)”) e

Cirquinho do Revirado (assistência de dramaturgia no espetáculo “Júlia”). Gregory é também autor dos romances “Aguardo” e “A Casa Antiga” e, como letrista, tem parcerias com os compositores Leandro Braga, Thiago K, John Mueller, Raul Misturada, Edu Colvara, Mareike, entre outros.




15/08 – Quarta - 14h


Pensamento Giratório do Ateliê do Gesto (GO): O movimento enquanto gesto. O lugar das

incertezas como abertura e mergulho no desconhecido


Local: Auditório do Bloco Amarelo do Centro de Artes – Udesc


Convidadas: artistas do Projeto Corpo, Tempo e Movimento (SC) e mediação da Profa. Daiane Dordete (Udesc)


Sinopse: O corpo, o movimento, o gesto. Uma reflexão sobre a pesquisa do Ateliê do Gesto

(Goiânia/GO) em interlocução com as artistas do “Projeto Corpo, Tempo e Movimento

(Florianópolis/SC)”. Em seu Pensamento Giratório o grupo goiano propõe trazer “o olhar para o movimento como a materialização do pensamento e experiência do corpo na dança. Olhar para o movimento enquanto gesto; aquilo que gera energia para nascer e dar lugar a um novo mundo. Dialogar sobre processo de criação e o entender como uma construção, trabalho feito, artesanal, preservando o lugar das incertezas como abertura e mergulho no desconhecido”.




Ateliê do Gesto

O Ateliê do Gesto nasceu da busca por novas percepções e diálogos com outras linguagens artísticas no corpo em movimento. Através de identificações estéticas e o desejo de trabalharem num projeto autoral, João Paulo Gross e Daniel Calvet (artistas com carreiras consolidadas e passagens por importantes Cias de dança no Brasil), se juntaram para pesquisar o corpo, tendo como ponto de partida o movimento e sua construção dramatúrgica na cena. Desse encontro nasceu “O Crivo”, espetáculo que fundou o grupo e ganhou o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015, o Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás 2014/2015 levando o grupo a receber o Diploma de Destaque Cultural em 2017 pelo governo de Goiás pela sua expressiva projeção nacional e internacional. O objetivo do trabalho do Ateliê é a criação de uma pesquisa em dança que possa transitar e receber colaborações de outras áreas do fazer artístico, construindo uma linguagem própria contribuindo para a identificação do que nos torna mais humanos através da cultura brasileira.



Projeto Corpo Tempo e Movimento

No ano de 2014 o desejo de criar dança a partir das relações entre corpo e cidade aproximou duas gerações de artistas da dança. O Projeto Corpo, Tempo e Movimento reúne Sandra Meyer, Milene

Duenha, Paloma Bianchi e Diana Gilardenghi, em um trabalho que deseja dar a ver poeticamente as tensões e fricções sociais, políticas e culturais da

história pregressa e atual das cidades. Nesses quatro anos de existência o grupo desenvolveu um modo específico de atuação que é direcionado pelos afetos emergentes no encontro, seja com o espaço, seja

com o público. O Projeto foi lançado na cidade de Florianópolis via Edital Elisabete Anderle/2014 tendo como resultado seis diferentes ações de dança realizadas em espaços públicos e em locais de circulação de arte como galerias e teatros. Atualmente realiza uma circulação estadual, contemplado pelo Edital Elisabete Anderle/2017 .



Daiane Dordete Steckert Jacobs

Professora do Departamento de Artes Cênicas da Udesc na área de voz/interpretação. Professora do

Programa de Pós-graduação em Teatro da UDESC. Doutora e Mestre em Teatro pela UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina. Bacharela em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pela FAP - Faculdade de Artes do Paraná. É

atriz, diretora, dramaturga, contadora de histórias e poeta. Pesquisa nas áreas de voz, atuação, performance, teatro performativo, teatro narrativo e gênero. Diretora de Extensão, Cultura e Comunidade do Centro de Artes da UDESC.




20/08 - Segunda - Local: Auditório do CCE - UFSC


Das 19h às 20h


“Painel com Michele Rolim (RS) e lançamento do seu livro O que pensam os curadores de artes cênicas”


Sinopse: Apresentar qual é o pensamento curatorial existente nos festivais de artes cênicas é a proposta desta obra da jornalista, crítica e doutoranda em Artes Cênicas Michele Rolim (Site Agora, crítica teatral), lançada pela editora carioca Cobogó. O livro reúne entrevistas inéditas de curadores em atividade em alguns dos principais festivais de artes cênicas do Brasil. O trabalho é resultado de pesquisa de mestrado, orientada pelo Prof. Dr. Clóvis Massa, PPGACUFRGS, defendida em 2015.




20/08 - Segunda - Local: Auditório do CCE - UFSC


Das 20h às 22h:


Painel: Interlocuções e olhares entre crítica e curadoria nas artes cênicas


Com Michele Rolim (RS), Francis Wilker (CE), Afonso Nilson de Souza (PR), mediação do prof. Fábio Salvati (Ufsc).


Sinopse: A partir das experiências dos convidados, o painel provoca interlocuções entre crítica e curadoria nas artes cênicas, lançando outros olhares sobre os papéis dessas atividades nos tempos atuais. Michele Rolim, de Porto Alegre-RS, apresenta desdobramento do papel do crítico e reflete sobre os desafios do crítico curador. Afonso Nilson de Souza, de Lages-SC e agora em Laranjeiras do Sul-PR, apresenta um panorama da crítica e curadoria em Santa Catarina. Francis Wilker, de Fortaleza-CR e agora em Brasília-DF, amplia os desdobramentos dos conceitos de “crítica” e “curadoria” através de sua experiência como artista.




Michele Rolim

Jornalista e doutoranda pelo Programa de

Pós-Graduação em Artes Cênicas da

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS). Autora do livro "O que pensam os curadores de artes cênicas", editado pela Cobogó em 2017. Trabalhou de 2009 a 2017 como repórter responsável pelo setor de artes cênicas do Jornal do Comércio, em Porto Alegre. Participou dos júris do

Prêmio Açorianos de Teatro, do Troféu Tibicuera de Teatro Infantil (ambos da prefeitura de Porto Alegre) e do Prêmio Braskem em Cena no festival internacional Porto Alegre Em Cena.É coeditora do site Agora Crítica Teatral ( www.agoracriticateatral.com.br) e do site (www.cenicas.com). Membro da International Association of Theatre Critics (IATC), filiada à Unesco. Vem participando de diversos festivais de artes cênicas no Brasil como crítica e debatedora.



Afonso Nilson de Souza

Dramaturgo, crítico e curador de teatro.

Participa regularmente de várias seleções de espetáculos para festivais e mostras, e

escreve para sites de crítica teatral e

cadernos de cultura. Realiza trabalhos

ligados à produção e circulação de

espetáculos, bem como de fomento à

dramaturgia. Doutorando em Teatro pela

Udesc, com pesquisa sobre dramaturgia

contemporânea brasileira. Em 2015 recebeu

o Prêmio Iberoamericano de ensaios sobre teatro CELCIT. Membro da International Association of Theatre Critics (IATC), filiada à Unesco.



Francis Wilker

É professor efetivo do curso de Teatro da

Universidade Federal do Ceará. Mestre em

Artes Cênicas pela Escola de comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA USP), onde atualmente desenvolve sua pesquisa de doutorado. Fundador e diretor artístico do grupo brasiliense Teatro do Concreto. Nos últimos anos, colabora periodicamente com diversos festivais, tendo integrado as equipes de curadoria do Festival Internacional de Teatro de BrasíliaGuaramiranga; Maloca Dragão; Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC), entre outros. Como pesquisador, foi colaborador do site paulistano Teatrojornal e também já publicou nas revistas Continente, Textos do Brasil, Subtexto, Sala Preta, Questão de Crítica no jornal O Povo.




Fábio Salvatti - Foto divulgação Festival Palco Giratório 2018

Fábio Salvatti

É performer, diretor teatral e professor da

UFSC. Fez pós-doutorado em Performance

Studies na NYU / Instituto Hemisférico (Nova York, 2015). É Doutor em Artes Cênicas pela USP (2010). Seus interesses estão focados em ativismo e pedagogia. É coordenador do Estúdio de Arte Rebelde desde 2016, com o qual vem desenvolvendo performances na interface entre arte e ativismo.




Programação disponível em: www.sesc-sc.com.br/palcogiratorio



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